Depois de mais de seis meses de palavras ditas ao telefone, de expectativas goradas, de um reencontro que nunca mais acontecia, finalmente, depois de algumas horas de voo de uma ilha distante directamente para Lisboa, depois de mil e uma desculpas, caio nos teus braços.
Os nervos contorciam-me os músculos e faziam-me tremer o queixo. De repente estavas ali e o desejo de colar a minha boca à tua estava tão perto de se concretizar que já não podia esperar... beijaste-me e eu não resisti. As tuas mãos entraram pela minha camisa e aí perdi-me. Durou apenas um momento e ficou quase tudo por dizer, quase tudo por fazer. De repente estavas à distância de um sopro e eu sem fólego e sem coragem para partir.
Parti, partiste, o momento não foi aquele, o segundo em que te vi assemelhou-se a uma coincidência, um mero acaso. Agora a saudade é maior que nunca e mais do que nunca quero ser tua...
domingo, 18 de fevereiro de 2007
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1 comentário:
E de repente, heis que ela não só é gira e inteligente mas também sabe escrever!!!!
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